Nacional
Rogério Samora

“Quando for velho, vai ser difícil alguém aturar-me”

Sex, 24/06/2011 - 12:58

"Casamento em Jogo", no Teatro da Trindade, serviu de mote para que o actor falasse sobre a saída da TVI, a ex-namorada e os novos desafios.

Sentiu saudades do palco?
Estive sete anos sem fazer teatro   e durante esse tempo recebi convites que nunca consegui conciliar com datas de televisão, de filmes, de novelas... Voltar ao teatro é o mesmo que voltar à terra onde nasci ou voltar à casa dos pais, matar saudades. Cheguei à conclusão de que o sítio mais seguro do mundo é o palco onde nenhum mal nos pode acontecer. Gosto de trabalhos que me façam passar além das marcas, que sejam exigentes.

A Cucha Carvalheiro fez-me o convite para fazermos Casamento em Jogo, de Edward Albee onde visto a pele de um homem casado há 30 anos, num casamento em crise.
O que aprendeu com os anos?

Penso muito e chego a algumas conclusões como, por exemplo, que esta profissão ocupa tanto espaço de mim e em mim que, ao mesmo tempo, é um analgésico, um antibiótico e um anti-depressivo. Posso agradecer à profissão ainda não ter desaparecido e de tantas vezes me ter curado.

Leia a entrevista, na íntegra, na edição da NOVA GENTE, já à venda nas bancas.

Siga a Nova Gente no Instagram