nacional
Katia Aveiro

Reage à intensa polémica dos insultos

Qui, 30/07/2015 - 10:40

Depois de comentários no Facebook com palavras como "p." e "vaca", Kátia Aveiro respondeu à polémica no seu blogue pessoal.

Tudo começou quando, no Facebook, um utilizador escreveu, sobre Elma Aveiro"e uma plástica para ficar com ar mais feminino? Parece um travesti!! Podem vir, 1000 perfumes".

Também no Facebook, Kátia Aveiro respondeu: “Faz uma plástica para tirares essa cara de p. Mata-te que essa dor de cotovelo passa. Vaca." A polémica foi intensa nas horas seguintes. 

Agora, Kátia respondeu, no seu blogue pessoal. Escreveu ela:

"Olá! Julgo que todos sabem o quanto amo os meus filhos, os meus pais e os meus irmãos. São, foram e serão os pilares da minha vida. Sem eles nunca seria feliz como sou. Vivo para os meus filhos, vivo com a felicidade de poder contar com o amor da minha mãe e dos meus irmãos, e sofro muito com o facto do meu pai já não estar por cá. É com uma enorme sinceridade que vos digo o seguinte, muitas vezes fico triste com alguns comentários que fazem a meu respeito. Seja aqui no blog ou nas redes sociais.

Mas já sou crescidinha e a vida fez-me forte, consigo viver bem com tudo isso e seguir em frente sem qualquer mágoa seja a quem for. No entanto, confesso-vos, ainda não tenho e talvez nunca terei a capacidade para passar por cima de qualquer ofensa que tentem fazer aos meus filhos, à minha mãe ou aos meus irmãos. 'Perco as estribeira'”, como se costuma dizer. Ai de quem tente fazer mal ou denegrir a minha família! Enfrentarei tudo e todos se for preciso, se depender de mim a eles ninguém lhes fará mal! Não sei se me entendem ou se concordam com esta minha maneira de ser.

Mas é o que sinto, acredito que haja muitos portugueses com esta mesma maneira de estar. O políticiamente correcto é o registo que tento ter em qualquer situação mas não sou de ferro e muito menos perfeita. O certo é que dou um salto cada vez que sinto poderem estar a tentar agredir os meus, a minha querida família.

Tenho sangue latino e somos muito unidos, apesar de não ser desculpa para qualquer reacção mais ríspida que possa ter tido em relação aos malucos (e até estou a ser simpática ao adjectivar estas pessoas neste formato) que tentam insultar quem me é tão querido. Sou genuína e sinto-me invariavelmente na obrigação de abraçar qualquer guerra quando os vejo ameaçados. Afinal, sempre ouvi dizer: 'quem não sente não é filho de boa gente'. Percebem-me?"

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