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Big Brother

Renato inconsolável após comentário de Pedro: "Este assunto para mim é muito sensível"

Sex, 30/10/2020 - 20:18

Renato mostra-se abalado no jardim da casa do "Big Brother - A Revolução" depois de ouvir um comentário de Pedro. O comissário de bordo abordou um tema relacionado com o passado do ex-jogador de Andebol: “É uma coisa que nunca consegui superar”, diz.

Renato ficou lavado em lágrimas ao final da tarde desta sexta-feira, 30 de outubro, na casa do "Big Brother - A Revolução" e teve que ser acalmado por Carlos e Jéssica Fernandes.

Ao que parece, Pedro fez um comentário sobre a lesão no braço que Renato teve há uns anos, após este ter mandado um murro numa montra, na sequência de uma discussão com a ex-namorada. Este acontecimento marcou-o para o resto da vida e prejudicou-o na carreira que tinha como jogador de andebol.

O Big Brother desafiou os concorrentes a elegerem quem, dos nomeados, gostavam que saísse na gala do próximo domingo e Pedro foi o que arrecadou mais votos.

Revoltada, Jéssica fez questão de denunciar o comportamento do ilusionista. “O Renato está a chorar por um comentário que o Pedro fez e que não faz qualquer sentido. Segundo a fadista, Pedro terá dito que “já sabia o porquê de Renato ter aberto o braço”. “Toda a gente sabe que é o ponto fraco do Renato”, explica.

“É uma coisa que nunca consegui superar”

E não é só ela que está contra Pedro. Também Joana foi implacável nas palavras: “Isto já passou dos limites há muito tempo. O Pedro tem tido umas atitudes infelizes nos últimos dias”, afirma a jovem de Cascais.

Sem querer explicar o sucedido, Renato revela apenas que “há coisas que não se podem tocar”. “Voluntariamente ou involuntariamente ele faz isso. Chega a um ponto que não há paciência”. Em conversa com o Big, o nortenho refere que estava triste com uma “comentário” de Pedro e que ainda tentou ignorar, mas sem sucesso.

“É uma coisa que nunca consegui superar, este assunto para mim é muito sensível. A mim afetou-me. Não é por ter sido o Pedro, se tivesse sido outra pessoa era igual!”, remata.

Texto: Inês Borges; Fotos: DR

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