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Tragédia do Meco

Telemóveis e sms aumentam o mistério

17 Janeiro 2014 , 14h00m

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Um mês depois de seis estudantes universitários terem sido arrastados por uma onda na paria do Meco, surgem dúvidas "assustadoras" sobre o que poderá ter acontecido naquela noite.
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O mistério sobre a morte dos jovens universitários na praia do Meco adensa-se.

Esta sexta-feira, o Correio da Manhã divulga uma mensagem enviada por Joana a um amigo horas antes da tragédia.

A sms revela que a jovem sabia que ia fazer algo perigoso: "Estou para ver se sobrevivo".

Os pais das vítimas querem respostas para encerrar este mistério, mas o único sobrevivente, João Gouveia, não sai de casa há um mês e ainda não falou com ninguém.

As dúvidas que persistem, como descreve o matutino, são assustadoras e alertam para um ritual periogoso.

Está ainda por esclarecer o porquê das vítimas, que eram membros da Comissão Oficial das Praxes Académicas da Lusófona, não terem os telemóveis, porque iam vestidos com traje académico e porque limparam a casa em Alfarim onde estavam hospedados.

O único sobrevivente terá de explicar como é que o seu telemóvel estava seco, como conseguiu sobreviver à força da água e quantas pessoas iriam ao fim-de-semana que acabou por se revelar fatídico.

Os pais das vítimas querem que a tragédia seja investigada pelo Ministério Público.
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